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MOVIMENTO EM DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL

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Editorial: É ruim, mas é bom.

    Ivo Pugnaloni*

    Decretos de Temer e Bolsonaro tiraram, de propósito, do governo federal a capacidade de dirigir a PETROBRÁS. Isso é ruim, mas é bom…

    Porque assim bastarão outros decretos presidenciais e decisões de uma diretoria comprometida com o Brasil, para acabar com a política de preços de paridade internacional e reestruturar a empresa, sendo o geólogo Guilherme Estrella, chefe da equipe que descobriu o pré-sal o melhor nome para a dirigir ao rumo da soberania nacional e não apenas ao interesse imediato dos acionistas minoritários.

    Assim, já em 02 de janeiro, os preços dos combustíveis vão poder cair em cinquenta por cento. Inevitável que isso aumente de forma imediata a competitividade da agricultura, da indústria e do comercio internacional do Brasil.

    Os reflexos disso sobre as vendas do comércio, a lucratividade, os empregos, os salários e a receita fiscal também serão imediatos.

    A nossa reindustrialização terá início de imediato pois, temos enorme capacidade produtiva ociosa, que precisa apenas de novos negócios e juros coerentes do BNDES para crescer, inclusive na produção de energias renováveis de forma sustentável, não apenas durante o dia.

    Os desmoralizados setores radicais de direita irão combater essas medidas, mas assim desafiarão o inevitável apoio da CNI, da CNA e da CNC.

    Afinal, todo esse cenário de preços da PETROBRÁS beneficiará muito as suas bases e seus leitores, que hoje estão indóceis e sem direção, depois que a euforia terrorista resultou apenas em bloqueio de contas bancárias e prisões para os mais exaltados.

    Já a mídia golpista impressa e on-line, que sobrevive apenas de subsídios estrangeiros nos custos de produção de notícias prontas, materiais, equipamentos e licenças de uso, combaterá diariamente toda e qualquer das nomeações de Lula. E isso é bom. Por quê?

    Ora, o problema para os golpistas é que, se Lula continuar a conceder entrevistas de meia hora, mas diárias, rebatendo ao vivo os seus fracos argumentos, mostrando por A mais B as verdadeiras causas de suas medidas e de suas nomeações, em breve essa mídia golpista “raiz” estará a atirando no próprio pé.

    Então, ao combater a queda dos preços da PETROBRÁS, esses senhores chamarão para si a marca de setor contrário ao processo de recuperação da soberania, da economia e da democracia do Brasil.

    “Mas e como a diretoria e o conselho da empresa poderão trabalhar sob as ameaçadoras leis ordinárias com que Temer, Bolsonaro e suas bancadas amarraram a governança da empresa para prejudicar o Brasil?”

    A essa pergunta, que poderiam fazer muitos amigos que não votaram em Lula, mas querem o crescimento da indústria, do comercio e da agricultura, eu responderia que todas essas leis foram implantadas por meio de Medidas Provisórias. E será dessa forma que serão anuladas.

    Antecipando-me ao próximo questionamento, sobre se o governo conseguiria aprovar as novas leis, eu faria outra pergunta: “Você conhece o nome de um só deputado ou senador que irá votar a favor da alta dos combustíveis em 100%?”

    Ivo Pugnaloni * Ex-presidente da COPEL DISTRIBUIÇÃO, diretor de planejamento da COPEL S.A., ex-presidente da ABRAPCH, membro do grupo de diretrizes do setor elétrico do primeiro governo Lula, ex-diretor do Instituto ILUMINA para a região sul, diretor presidente do MDSN, Movimento em Defesa da Soberania Nacional

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